CONVERSA DE GESTÃO E PRODUÇÃO CULTURAL DE ARTE.

CONVERSA DE GESTÃO E PRODUÇÃO CULTURAL DE ARTE.

Gestão e Produção Cultural. O curso atende as demandas dos artistas e profissionais das áreas de artes, comunicação, design, ciências sociais e administração propondo análises, criação e execução de empreendimentos na área da cultura e artes.

O Brasil demonstra um momento de maturação em seu contexto de produções culturais, que tem necessidade de aprimoramento na área de estudos curatoriais, gestão e marketing cultural. Neste cenário a FASM oferece o programa de Pós‐Graduação Lato Sensu em Curadoria e Produção Cultural que segue os padrões de excelência da instituição e do mercado contemporâneo. O mercado de produção cultural é dinâmico e tem necessidade de profissionalização em todo o seu quadro, das iniciativas privadas aos equipamentos públicos. A cada ano uma nova temporada de exposições e espetáculos se inaugura e sua projeção e gestão devem se adequar e oferecer novas experiências ao público.

A pós‐graduação em Curadoria e Produção Cultural da FASM fomenta o aluno a trabalhar tanto individualmente quanto em equipes, a estudar processos curatoriais, pré-produção, produção executiva, pós-produção, gestão de projetos culturais, captação de recursos e patrocínio, marketing cultural, gestão financeira de produções culturais, entre outros tópicos fundamentais para a formação completa de um profissional envolvido em curadoria e produção cultural.


O que o patrocinador quer? Conversa com Raquel Micas (ex. Petrobras Cultural) - OAP Entrevista!



Ativo Cultural Entrevista Marília de Lima



GESTÃO CULTURAL DE ARTE.

A pesquisa Gestão Cultural: profissão em formação tem como objetivo analisar as questões relativas à constituição do campo da gestão cultural em Belo Horizonte desde a década de 1980. Seu foco principal foi compreender os processos diferenciados de formação dos gestores culturais e sua relação na condução de suas trajetórias profissionais, levantando, finalmente, quais são os saberes necessários para que atuem no mercado de trabalho. Para compreender esse processo, identificamos alguns sujeitos que, a partir de uma demarcação temporal – décadas de 1980 e 1990 e início do século XXI –, contribuíram para a construção dessa profissão. Para tanto, foram realizadas nove entrevistas, relatos orais de vida profissional, com gestores culturais representantes das três gerações determinadas que atuaram profissionalmente nas áreas pública, privada e/ou no terceiro setor. Durante a pesquisa, constatamos que antecedentes (família, escola e comunidade) ocuparam papel preponderante no processo de sensibilização artística e cultural que, mais tarde, influenciou a escolha da gestão cultural como um caminho profissional. Entre as gerações analisadas, identificamos duas formas de entrada para esse campo profissional: a primeira está representada pelos sujeitos que aprenderam e refletiram sobre esse ofício no exercício cotidiano do trabalho. Na segunda, os sujeitos já se encontravam em um mercado de trabalho bem mais estruturado e complexo, o que os levou a buscar uma formação mais sistemática e específica. O reconhecimento social do gestor cultural no mundo do trabalho contemporâneo continua sendo uma busca cotidiana por parte desses profissionais. As trajetórias construídas por eles foram identificadas a partir da diversidade da formação deles. E foi no processo de constituição do campo em gestão cultural que se delineou a identidade profissional do gestor cultural, com a identificação do perfil, das habilidades e dos saberes de cada um como referenciais coletivos necessários para o desempenho profissional e a ampliação das suas possibilidades de atuação.


Nenhum comentário:

Postar um comentário