DANÇA
A dança contemporânea
não possui uma técnica única estabelecida, todos os tipos de pessoas podem
praticá-la.
Desde
1982, no dia 29 de abril, comemora-se o dia internacional da dança, instituído
pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean-Georges Noverre.
A
Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e
ritmos, criando uma harmonia própria.
Não
é somente através do som de uma música que se pode dançar, pois os movimentos
podem acontecer independente do som que se ouve, e até mesmo sem ele.
A
história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na Pré-História,
quando os homens batiam os pés no chão. Aos poucos, foram dando mais
intensidade aos sons, descobrindo que podiam fazer outros ritmos, conjugando os
passos com as mãos, através das palmas.
O
surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais religiosos, em que
as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos deuses o sol e a chuva. Os
primeiros registros dessas danças mostram que elas surgiram no Egito, há dois mil
anos antes de Cristo.
Mais
tarde, já perdendo o costume religioso, as danças apareceram na Grécia, em
virtude das comemorações aos jogos olímpicos.
O
Japão preservou o caráter religioso das danças. Até hoje, elas são feitas nas
cerimônias dos tempos primitivos.
Em
Roma, as danças se voltaram para as formas sensuais, em homenagem ao deus Baco
(deus do vinho), e dançava-se em festas e bacanais.
Nas
cortes do período renascentista, as danças voltaram a ter caráter teatral, que
estava se perdendo no tempo, pois ninguém a praticava com esse propósito.
Praticamente daí foi que surgiram o sapateado e o balé, apresentados como
espetáculos teatrais, onde passos, música, vestuário, iluminação e cenário
compõem sua estrutura.
No
século XVI surgiram os primeiros registros das danças, em que cada localidade
apresentava características próprias. No século XIX surgiram as danças feitas
em pares, como a valsa, a polca, o tango, dentre outras. Estas, a princípio,
não foram aceitas pelos mais conservadores, até que no século XX surgiu o
rock’n roll, que revolucionou o estilo musical e, consequentemente, os ritmos
das danças.
Assim
como a mistura dos povos foram acontecendo, os aspectos culturais foram se
difundindo.
O
maracatu, o samba e a rumba são prova disso, pois através das danças vindas dos
negros, dos índios e dos europeus esses ritmos se originaram.
Hoje em dia as danças
voltaram-se muito para o lado da sensualidade, sendo mais divulgadas e aceitas
por todo o mundo. Nos países do Oriente Médio a dança do ventre é muito
difundida; e no Brasil, o funk e o samba são populares. Além desses, o
strip-tease tem tido grande repercussão, principalmente se unido à dança
inglesa, pole dance, também conhecida como a dança do cano.
VÍDEO:
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Despacito💃Kizomba
HISTÓRIA DA DANÇA
Dançar,
dançar, dançar...basta querer, é só começar! A dança é uma das expressões
artísticas mais antigas. Na pré-história dançava-se pela vida, pela sobrevivência,
o homem evoluiu e a dança obteve características sagradas, os gestos eram
místicos e acompanhavam rituais. Na Grécia, a dança ajudava nas lutas e na
conquista da perfeição do corpo, já na Idade Média se tornou profana,
ressurgindo no Renascimento. A dança tem história e essa história acompanha a
evolução das artes visuais, da música e do teatro.
VÍDEO:
VÍDEO:
História
da Dança
Dança Primitiva
A
dança nasceu associada às práticas mágicas do homem, com o desenvolvimento da
civilização, o rito separou-se da dança.
O
homem dançava pela sobrevivência, dançava para a natureza em busca de mais
alimentos, água e também em forma de agradecimento. A dança era quase um
instinto e esses acontecimentos registrados nas paredes de cavernas em forma de
desenhos, ficaram conhecidos como arte rupestre.
O
homem primitivo pintava nas paredes das grutas, cavernas e galerias
subterrâneas cenas de caça e rituais que representavam a caçada. Pareciam
acreditar ser possíveis, pela representação pictórica, alcançar determinados
objetivos, como abater um animal, por exemplo.
Danças Milenares
Egito: a dança no
antigo Egito era ritualística e tinha características sagradas. Dançava-se para
os Deuses, em casamentos e funerais.
A
imagem da acrobata é uma figura bastante conhecida no Egito Antigo, e mostra a
dançarina usando apenas uma faixa na cintura fazendo uma performance bastante
complicada. A dança era versátil e, além dos movimentos costumeiros, também
incorporava acrobacias complicadas. Essas danças acrobáticas eram realizadas
com menor frequência e mostrava as habilidades de uma dançarina.
Grécia: a dança originou-se de
rituais religiosos, os gregos acreditavam no seu poder mágico, assim os vários
deuses gregos eram cultuados de diferentes maneiras. As danças preparavam
fisicamente os guerreiros e sempre eram feitas em grupos. A dança era muito difundida
na Grécia Antiga, importante no teatro, a dança se manifestava por meio do
coro.
Roma: a dança entra em
decadência, pois nunca foi privilegiada e só vai recuperar sua importância no
Renascimento.
Idade Média: nesse período, a
dança, como todos os outros movimentos artísticos, sofreu um retrocesso. A
dança, pelo fato de se utilizar do corpo como expressão, foi considerada
profana, porém, continuou sendo praticada pelos camponeses.
Renascimento: a dança ressurge, é
apreciada pela nobreza adquirindo um aspecto social e tornando-se mais
complexa, passa a ter estudos específicos feitos por pessoas e grupos
organizados sendo conhecida como balé. Até essa época a dança era algo
improvisado, só a partir do Renascimento passa de atividade lúdica, de
divertimento, para uma forma mais disciplinada, surgindo repertórios de
movimentos estilizados. O uso do termo balé, na época balleto, significava um
conjunto de ritmos e passos. A moda do balleto na Itália se espalhou também
pela França durante o século XVI.
O
século XVII é considerado o grande século do balé, saindo dos salões e
transferindo-se para os palcos, provocando mudanças na maneira de se apresentar
surgindo, assim, os espetáculos de dança.
A
partir do século XVIII o drama-balé-pantomima é executado nos palcos dos
teatros por verdadeiros profissionais de ambos os sexos. A dança adquire todo o
seu esplendor, com ricos e belos cenários e figurinos. O balé passa a contar
uma história com começo, meio e fim.
Romantismo: o termo Romantismo é
absorvido pelo balé que, até aquela época, falava de histórias de fadas, bruxas
e feiticeiras. Procurou recuperar a harmonia entre o homem e o mundo. É nessa
época, século XVIII, que os bailarinos começam a usar sapatilhas, completando a
revolução do balé.
Na segunda metade do
século XIX uma mulher novamente iria revolucionar toda a dança, era Isadora
Duncan, provocando uma imensa renovação com uma dança mais livre, mais solta,
mais ligada à vida real.
Martha
Graham – FRONTIER
Dança Contemporânea
A
arte contemporânea é complicada de se compreender. Por quê? É algo que não é
previsível, é o novo, é a ruptura com aquilo que conhecemos como arte. Na
dança, a contemporaneidade fica mais evidente, pois ela deixa de ter uma
estrutura clara, preocupando-se mais com a transmissão de conceitos, ideias e
sentimentos do que com a estética.
A
dança contemporânea surgiu na década de 1960, como uma forma de protesto ou
rompimento com a cultura clássica. Depois de um período de intensas inovações e
experimentações, que muitas vezes beiravam a total desconstrução da arte,
finalmente - na década de 1980 - a dança contemporânea começou a se definir,
desenvolvendo uma linguagem própria. Os movimentos rompem com os movimentos
clássicos e os movimentos da dança moderna, modifica o espaço, usando não só o
palco como local de referência.
A
dança contemporânea é uma explosão de movimentos e criações, o bailarino
escreve no tempo e no espaço conforme surgem e ressurgem ideias e emoções. Os
temas refletem a sociedade e a cultura nas quais estão inseridos, uma sociedade
em mudança, são diversificados, abertos e pressupõem o diálogo entre o
dançarino e o público numa interação entre sujeitos comunicativos. O corpo é
mais livre, pois é dotado de maior autonomia.
A
dança contemporânea é uma circulação de energia: ora explosiva, ora recolhida.
A respiração, a alternância da tensão e do relaxamento em Martha Graham, o
desequilíbrio e o jogo do corpo com a gravidade em D. Humphrey; E. Decroux faz
trabalhar o diálogo da pele e do espaço retornando às origens do movimento.
Filme
Flash Dance
Flashdance...
Maniac
Footloose
(Cena do Filme)
Step
Up 4 - Last Dance Emily And Sean Scene Official
Step
Up 2 - Final Dance High Quality
Adam
sevani's Tribute to Thriller music video HD
Alyson
Stoner - Missy Elliott Tribute - Directed by @TimMilgram - @AlysonStoner
@missyelliott
ABC
da Dança .....Tipos de dança de A a Z





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